A árbitra foi alvo de questionamentos pelos advogados da 777 devido à sua relação profissional com Paulo César Salomão Filho, que ocupa o cargo de vice-presidente do Vasco e é um dos principais responsáveis pelas ações judiciais que afastaram o clube-empresa do controle dos americanos em maio do ano anterior.
Pedrinho, presidente do Vasco, e Josh Wander, antigo sócio da 777 Partners — Foto: Reprodução
Atualmente, Ana Tereza preside a OAB do Rio de Janeiro e conta com Salomão como um de seus conselheiros, que representa a entidade no Conselho Federal. Além disso, eles colaboram em recuperações judiciais, com destaque para os casos das Lojas Americanas e da Oi.
Com a saída de Ana Tereza, a Câmara de Arbitragem agora conta com duas das três posições abertas. Paula Andrea Forgioni deveria ser a presidente da mesa, mas teve sua nomeação contestada pela associação no ano passado e acabou renunciando ao cargo. Apenas Maurício Almeida Prado, o árbitro escolhido pela 777, permanece na função.
Essa câmara foi criada na Fundação Getúlio Vargas (FGV) com a missão de resolver o confronto entre o Vasco e a 777 sobre a SAF. Um dos primeiros passos deveria ser a escolha de três árbitros — um de cada parte e um terceiro independente —, mas o processo já emperrou nessa fase inicial. Não há um prazo definido para a resolução.
Os americanos buscam retomar o controle do clube-empresa, o que melhoraria sua posição para uma futura venda, enquanto a associação espera garantir sua revenda para novos proprietários.
Fonte: ge
Conversa da torcida
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