Venê Casagrande @venecasagrande
Cauan Barros explicou, durante o jogo de ontem contra o Botafogo, os motivos que levaram a diretoria a fazer um esforço financeiro para garantir seu retorno do América-MG. Além de prorrogar o contrato do volante por mais um ano, com aumento salarial e pagamento de luvas, a diretoria precisou negociar a liberação antecipada do atleta, que estava emprestado até dezembro, evitando assim o pagamento de uma multa.
Admar Lopes, na ocasião, apresentou um argumento estratégico para não desembolsar cerca de 500 mil reais, valor proporcional ao tempo restante do empréstimo. Ele afirmou:
“Vocês negociaram um jogador (Mateus Henrique para o Shabab Al-Ahli) com quem tínhamos preferência de compra sem nos informar. Portanto, é justo que arcamos com a multa por essa falta de comunicação, conforme estipulado em contrato.”
Diante do montante elevado, o América-MG acabou “obrigado” a liberar Cauan Barros ao Vasco, sem exigir a compensação financeira pela rescisão do empréstimo. Essa negociação se assemelhou a uma “troca”, visto que o Coelho reconhecia a validade da reclamação do Cruzmaltino.
Foto: Matheus Lima/Vasco

Conversa da torcida
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