— É evidente que, ao tentar chutar a bola, Galdames se antecipa e cabeceia. O jogador do Vitória tem aquela ação de chute e acerta o atleta do Vasco de forma imprudente. Não foi um contato acidental. Essa conduta caracteriza um chute direto. Raphael Claus interpretou o lance como normal, mas foi claramente uma falta — afirmou Paulo César.
O comentarista também ressaltou que a arbitragem acertou ao expulsar o zagueiro Camutanga, devido a uma agressão ao meio-campista Praxedes, do Vasco. A situação ocorreu nos minutos finais da partida.
— Praxedes exagera um pouco, porém o que se destaca é o risco que Camutanga assumiu. Com o auxílio do VAR, não cabe mais aquela postura de jogador violento, cometendo faltas desnecessárias. Ao agir dessa forma, ele fica sujeito à interpretação. Há o movimento do braço, a ação de recuar o braço.
Com o resultado positivo, o Vasco alcançou seis pontos na tabela do campeonato e saiu da zona de rebaixamento, ocupando agora a 13ª posição. O time voltará a campo no próximo sábado para enfrentar o Flamengo, às 21h, no Maracanã.
Por outro lado, o Vitória permanece no Z-4, com apenas um ponto em cinco rodadas disputadas. O Leão também jogará no sábado, contra o Atlético-GO, às 16h, no Barradão.
Fonte: ge
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