A cada rodada, as vinte torcidas da Série A do Brasileirão vivenciam a esperança e a apreensão, independentemente da posição na tabela. Embora Palmeiras e Flamengo tenham conquistado cinco dos últimos seis títulos, a competição continua sendo marcada pela imprevisibilidade da maioria dos jogos.
Embora haja favoritos, é raro encontrar um confronto em que se possa prever com certeza o vencedor. A zebra não só aparece de vez em quando, mas se faz presente em praticamente todas as partidas. Recentemente, o Flamengo foi derrotado pelo Juventude, em Caxias do Sul, em um confronto no qual o clima frio fez diferença. Enquanto o orçamento dos rubro-negros ultrapassa R$ 1 bilhão, o do Juventude é de R$ 90 milhões, uma diferença de mais de dez vezes.
Recentemente, no Maracanã, uma equipe recém-promovida da Série B venceu o atual campeão da Libertadores, que ocupa a última colocação na tabela. O Brasileirão não apenas surpreende: ele desafia a lógica. Antes de enfrentar o Fluminense, o Vitória havia vencido Inter e Atlético-MG, mas foi derrotado pelo Vasco, que por sua vez goleou o São Paulo, time que havia perdido para o Cuiabá, que aplicou uma goleada de cinco a zero no Fortaleza, que na última rodada surpreendeu o atual campeão Palmeiras com um 3 a 0.
O Campeonato Brasileiro é, portanto, um verdadeiro fenômeno imprevisível, onde grandes equipes caem e os menos cotados se destacam. Em um país apaixonado por futebol, com clubes tradicionais e apoio financeiro, a competitividade é intensa. Além disso, o rebaixamento de quatro equipes para a segunda divisão aumenta a pressão e a necessidade de pontuar a todo custo, independentemente das probabilidades.
No decorrer da competição, é comum que os favoritos se destaquem. No entanto, sempre há espaço para surpresas, seja em um estádio renomado ou em um campo menos conhecido. Essa imprevisibilidade torna o Brasileirão um espetáculo que cativa fãs de todas as regiões do país. Um campeonato ainda mais imprevisível poderia surgir com uma distribuição de receitas mais equitativa, porém, esse é um debate para outra ocasião, talvez após o inevitável vice-campeonato do Criciúma.
Fonte: Coluna Douglas Ceconello – ge
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