O atacante Rayan tinha, desde sua passagem pelo Sub-16, uma cláusula “oculta” em seu contrato que conferia mais poder ao jogador, sua família e empresários do que ao Vasco durante as negociações. Embora houvesse uma cláusula de rescisão, o contrato estipulava que o atleta poderia ser vendido por um valor inferior a essa cláusula, caso assim desejasse. Apesar dessas condições desfavoráveis, o Vasco conseguiu um valor superior ao esperado na venda para o Bournemouth, o que torna a negociação vista como positiva para o clube. Recentemente, o Cruzmaltino realizou uma análise de contratos de atletas da base para garantir que não existam outras situações que possam prejudicar o clube em futuras negociações.
Fonte: X Atenção Vascaínos

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