O São Paulo tem um histórico desafiador como visitante neste confronto, contabilizando cinco vitórias (a última em 2015) e quatro empates em nove jogos entre 2006 e 2017. Contudo, a partir de 2018, o Vasco se destacou em seu estádio, garantindo quatro vitórias e um empate.
Atualmente, o Vasco apresenta a sexta melhor campanha em casa no returno (3 vitórias, 1 empate e 1 derrota, totalizando 67%), com o quarto ataque mais eficiente (12 gols, média de 2,40) e a segunda pior defesa (oito gols sofridos, média de 1,60). Em 40% dos jogos em casa, não sofreu gols (dois em cinco partidas), o que representa a sétima melhor marca defensiva no território caseiro.
Favoritismos #31 – Vasco x São Paulo — Foto: Gato Mestre
Por outro lado, o São Paulo está na 12ª posição entre os visitantes na segunda metade do campeonato (1 vitória, 1 empate e 4 derrotas, com apenas 22%), além de ocupar a 14ª colocação em termos de ataque (0,67) e a décima posição na defesa (nove gols sofridos, média de 1,50). O time não conseguiu evitar gols em cinco dos seis jogos fora de casa (17%), sendo essa a 12ª pior marca defensiva.
Um dos principais trunfos do ataque do Vasco é sua eficiência, sendo a maior entre os times mandantes no returno, com um gol a cada 5,3 tentativas. No entanto, o time finaliza pouco, com uma média de apenas 12,6 chutes por jogo. Em contraste, o São Paulo é o quinto visitante que mais permite finalizações dos adversários (15,2), com uma resistência defensiva média, sofrendo um gol a cada 10,1 chutes contra.
No que diz respeito ao ataque, o São Paulo ocupa a nona posição entre os visitantes no número de finalizações realizadas no returno (11,0), apresentando uma baixa eficiência ofensiva, marcando um gol a cada 16,5 tentativas. Enquanto isso, o Vasco é o terceiro mandante que mais concede finalizações (12,6), possuindo a quinta pior defesa em casa, sofrendo um gol a cada 7,9 chutes dos oponentes.
Nos últimos jogos, o Vasco marcou sete dos últimos nove gols por meio de passes rasteiros (22 de 43 no campeonato, desconsiderando pênaltis e faltas diretas). O São Paulo, por outro lado, tem enfrentado dificuldades para penetrar defensivamente, sofrendo quatro dos últimos 12 gols de forma similar, além de 13 dos 25 gols totais.
O São Paulo tem equilibrado suas finalizações, alternando entre gols rasteiros e aéreos. Embora quatro dos últimos seis gols tenham sido por passes rasteiros, esses métodos têm sido igualmente distribuídos ao longo das últimas partidas. O Vasco, por sua vez, sofreu nove dos últimos 12 gols em jogadas aéreas, totalizando 24 de 39.
Fonte: ge
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