O jogador retornou aos treinos em 5 de janeiro, 15 dias após sua última partida em 2025, participou de sete jogos em um mês e contabilizou três gols e uma assistência em 539 minutos, com uma média de 77 minutos em campo. Esses números não são ruins para um meia-atacante de sua idade, especialmente em um time que perdeu suas referências ofensivas. Contudo, é necessário investigar o que está por trás dessa situação: a inação de um presidente que não tomou decisões no momento adequado, a queda de desempenho de alguns titulares que eram destaques no ano anterior, e a falta de previsão do treinador sobre a insatisfação de Coutinho, um dos principais ativos do elenco.
É claro que o Vasco sai prejudicado nessa situação, tanto em termos de lucidez quanto de carisma e valores intangíveis. Aqueles que desconhecem a história do clube com seus jogadores podem achar que essa relação merece uma análise fria e técnica. Entretanto, a saída de Coutinho não resultará em um cenário devastador. Com um mínimo de competência e boa vontade, a atual gestão do Vasco tem a capacidade de reconstruir a equipe. Vamos aguardar os próximos passos…

Fonte: X do jornalista Gilmar Ferreira/Extra
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