Conforme já mencionado anteriormente, o treinador tem atuado ativamente nas negociações de mercado do clube desde o ano passado, e todo o planejamento esportivo foi elaborado com a sua continuidade no cargo em mente.
A saída de Rayan deixou uma lacuna difícil de ser preenchida. Para compensar essa ausência, o clube contratou Spinelli, Marino e Brenner para o setor ofensivo, sendo que dois deles tiveram participação direta de Diniz nas negociações.
Uma possível demissão neste momento poderia, externamente, agradar parte da torcida, mas internamente geraria uma sensação de descontinuidade e falta de convicção, especialmente em relação ao projeto apresentado ao elenco.
Para que a possibilidade de demissão ganhe força, seria necessária uma sequência mais longa de resultados negativos.
A reformulação no setor ofensivo, após a saída dos principais goleadores, também é um aspecto considerado pela diretoria.
Atualmente, Diniz não enfrenta ameaça no cargo, mas há um entendimento interno de que os resultados precisam surgir rapidamente para aliviar a pressão; caso contrário, a situação pode se tornar insustentável.
Fonte: X do jornalista Rodrigo Silvério/Canal do Rod

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