Diniz enfatizou a relevância de não ter sofrido gols na partida e reconheceu que a equipe teve uma boa atuação na criação de jogadas, embora tenha deixado de aproveitar algumas oportunidades.
O meia colombiano Johan Rojas foi um dos principais destaques do jogo, contribuindo com duas assistências e sendo considerado o melhor em campo. Ao ser questionado sobre a possibilidade de Rojas atuar como camisa 10, o treinador não descartou essa alternativa.
— Ele pode ser uma das opções como meia, mas também joga pelas laterais, principalmente pelo lado esquerdo. A forma como ele atuou hoje é uma das alternativas para seu jogo.
Andrés Gomez e Hugo Moura comemoram gol do Vasco contra o Boavista — Foto: Matheus Lima/Vasco
Outro jogador que se destacou foi Andrés Gómez, autor de um gol na partida. Diniz elogiou o atacante e fez uma comparação com Rayan, que deixou o clube recentemente, ressaltando o talento e a capacidade decisiva de Gómez.
— Ele tem um estilo um pouco similar ao do Rayan e está começando a entender o seu papel. Teve um período em que não foi totalmente aproveitado, mas agora está mostrando o que pode fazer. É um jogador talentoso e explosivo, que ganhou confiança para atuar em diferentes posições, não apenas nas pontas.
O treinador optou por escalar um time misto, poupando jogadores titulares em vista da estreia no Brasileirão. Diniz afirmou que o principal objetivo da equipe na nova competição será a consistência, especialmente na defesa.
— O maior desafio é sermos um time mais sólido. Tivemos oscilações significativas no ano passado. Espero que o Vasco se apresente de forma mais consistente, como nos últimos jogos da Copa do Brasil, priorizando atuações que minimizem as oportunidades para o adversário e ao mesmo tempo sendo criativos. Os últimos quatro jogos servem como um bom referencial para o que buscamos este ano.
Léo Jardim, que seria titular, sentiu um mal-estar e retornou ao Rio de Janeiro. Fuzato entrou em seu lugar e teve uma boa performance. Diniz informou que não há preocupações em relação à condição de Léo para o próximo jogo contra o Mirassol.
— O Léo Jardim teve uma virose e não se sentiu bem. Optamos por colocar o Fuzato e o Léo foi direto para o Rio. Acredito que em um ou dois dias ele estará pronto para jogar.
Veja outros trechos da coletiva
Importância do improviso
— É essencial ter um time com padrões organizados para facilitar a criatividade dos jogadores. Se deixarmos apenas para o jogador criar, sem uma organização ofensiva, isso se torna complicado e fácil de ser marcado. O que busco é que joguemos coletivamente, permitindo que os jogadores criativos tenham mais oportunidades.
Jogadores arriscando
— Ter um time com padrões organizados é fundamental para que os jogadores possam agir de forma criativa. Se deixarmos a criação apenas para um jogador sem uma estrutura ofensiva, isso se torna difícil e facilita a marcação. Valorizo a coletividade, permitindo que os jogadores criativos tenham mais janelas para explorar suas habilidades.
Fontes: ge
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