Por outro lado, expressamos nossa insatisfação em relação ao pedido de rescisão. Coutinho retornou ao clube com a responsabilidade de ser o “camisa 10”, carregando um prestígio que poucos jogadores na história do Vasco tiveram. A torcida lotou São Januário em sua recepção, fez músicas, estampou seu nome em camisas, confeccionou bandeiras e ofereceu apoio. O contraste entre a expectativa gerada pelo ídolo e a cobrança por desempenho é grande, pois temos altas expectativas em relação a um jogador de seu calibre. Sua saída do Vasco em fevereiro é um desrespeito a uma torcida que aguardou ansiosamente seu retorno.
A reformulação do Vasco requer figuras que mantenham uma postura forte e íntegra, com personalidade, e que consigam se proteger mesmo diante das críticas diárias, que visam apenas exigir compromisso com o desempenho da equipe. Ver um jogador desse nível optar pelo silêncio e pelo recolhimento, em vez de assumir o protagonismo que lhe era devido, reflete uma liderança que, neste momento, parecia quase forçada.
(continua nos comentários)
Fonte: Instagram Guerreiros do Almirante – GDA

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