O conteúdo da matéria: a organização contratada pela 777 com o intuito de encontrar interessados em adquirir seus clubes (algo revelado na semana passada) não está acelerando o processo, mas sim protelando-o.
Há especulações de que isso ocorre por receio de expor dados financeiros que poderiam prejudicar a 777 nessa tentativa de reerguimento.
Por outro lado, parece haver uma postura de enrolação. Anunciam a intenção de vender os ativos para se reerguer, porém não avançam para a execução, até que uma outra solução seja encontrada.
Dessa forma, os clubes estarão em “stand by”.
A suposição da matéria (com base em relatos de fontes) é que a decisão de colocar os clubes à venda é uma estratégia de “jogo de cartas”, uma encenação.
Uma alternativa para acalmar os ânimos, tranquilizar investidores e ganhar tempo para buscar soluções.
A matéria caracterizou (baseada em depoimentos de fonte) o momento como uma “jogada de cartas” e aponta que “os americanos são especialistas nisso”.
A ideia é manter os ativos enquanto tranquiliza os investidores e ganha tempo para buscar alternativas.
Vale ressaltar que a 777 Partners é um fundo de investimento privado.
Fonte: X do repórter Irlan Simões
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