“Eu tive uma participação significativa no time do Botafogo em 89, onde conseguimos romper um jejum de 21 anos que era um peso para quem vestia a camisa alvinegra. E no Vasco, conquistar a Libertadores no ano do centenário foi um marco não apenas para o clube e os jogadores, mas também para os torcedores. O carinho que recebo até hoje, em qualquer lugar do país, é incrível. A torcida é imensa”, declarou com orgulho.
Marcos Santos, conhecido como Marcão, apresentou ao ídolo todo o acervo que a entidade possui, incluindo as pegadas de talentos (inclusive as de Galvão), camisas antigas dos clubes do Rio, fotografias históricas de ex-jogadores e jornalistas, além de placas e bustos.
“Receber Mauro Galvão aqui é uma alegria tão grande quanto a felicidade que muitos torcedores sentiram com as atuações deste grande zagueiro. Além disso, pudemos mostrar um pouco do trabalho da Suderj voltado à inclusão de pessoas com deficiência e autistas”, destacou.
Mauro Galvão, que não tinha conhecimento do espaço, respondeu:
“A preservação da memória é extremamente importante; o esporte vai além das competições, existem inúmeras histórias por trás. Fiquei muito contente em participar deste encontro”.
Sergio Pugliese, idealizador do Museu da Pelada, elogiou a trajetória do ex-zagueiro.
“Mauro Galvão é um dos melhores jogadores que o Brasil já teve, uma pessoa muito humilde e de coração generoso. Um verdadeiro ídolo! Tê-lo aqui na Suderj, cercado de um acervo tão rico, foi um momento especial”, afirmou Pugliese.
Foto: Vanessa Ataliba/Museu da Pelada
Fonte: Divulgação
Conversa da torcida
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