Entre os times cariocas, o Vasco é o único adversário que o Fluminense, sob o comando de Luis Zubeldía, ainda não enfrentou em 2026. No Campeonato Carioca e no Brasileiro, o Fluminense já se mediu com o Flamengo e, em duas oportunidades, com o Botafogo, obtendo 100% de aproveitamento.
Mas o que mudou nesses 68 dias? O ge detalha a seguir:
Saída de Thiago Silva
A principal alteração no elenco desde a eliminação foi a saída de Thiago Silva. Ídolo e capitão, o zagueiro deixou o clube por decisão própria, encerrando sua trajetória de forma inesperada.
Com sua saída, o setor defensivo precisou ser reestruturado, e Jemmes, ex-Mirassol, foi a única contratação para a defesa nesse período. Além do impacto técnico, a ausência de Thiago Silva também afetou a liderança interna do grupo, que passou a ser exercida pelo goleiro Fábio e pelo lateral-direito Samuel Xavier.
Fluminense posado para enfrentar o Vasco na semifinal da Copa do Brasil — Foto: André Durão
Sai Everaldo, entra John Kennedy
Além da saída de Thiago Silva, a principal mudança no time titular foi a saída de Everaldo, que foi emprestado ao Bahia, permitindo o retorno de John Kennedy. Se em dezembro o atacante enfrentava um período de oscilações, atualmente sua situação é diferente. Autor do gol que garantiu o título da Libertadores, ele se destacou neste início de 2026, somando quatro gols e uma assistência.
John Kennedy reassumiu a titularidade e ganhou continuidade com Zubeldía. Nos primeiros dez jogos da temporada, sua evolução coincide com um Fluminense mais ofensivo e com um dos melhores desempenhos entre os clubes da Série A neste início de 2026.
John Kennedy comemora gol do Fluminense contra o Botafogo — Foto: Andre Mourao/AGIF
Reforços pontuais
O Fluminense não promoveu uma reformulação significativa no elenco após a eliminação. A base foi mantida e, do time titular, apenas as duas mudanças mencionadas ocorreram.
A diretoria optou por ações pontuais no mercado. Jemmes, ex-Mirassol, foi contratado para reforçar a defesa; Guilherme Arana, ex-Atlético-MG, chegou para fortalecer o lado esquerdo, trazendo experiência e concorrência com Renê; e Savarino, ex-Botafogo, surgiu como uma oportunidade que melhorou o setor ofensivo.
O objetivo foi preservar a espinha dorsal da equipe e elevar o nível do elenco com a chegada de jogadores experientes em posições estratégicas. O Fluminense ainda busca outro zagueiro e um centroavante nesta janela de transferências.
savarino comemora gol em Fluminense x Bangu — Foto: André Durão
Retrospecto e contexto
O desempenho do Fluminense em 2026 é positivo. Nos dez jogos anteriores ao clássico, a equipe conquistou oito vitórias, um empate e uma derrota, marcando 16 gols e sofrendo oito. Esse período inclui três clássicos e marca o início da temporada, com os dois primeiros jogos realizados com uma equipe reserva.
Em 2025, no mesmo intervalo de dez partidas antes do confronto com o Vasco, o Fluminense também apresentava um bom desempenho sob a direção de Luis Zubeldía: foram sete vitórias, dois empates e uma derrota, com 15 gols marcados e apenas quatro sofridos. Durante esse período, a equipe alcançou uma goleada de 6 a 0 sobre o São Paulo, um dos momentos altos da sequência.
Os números indicam um cenário positivo, mas também revelam que o Fluminense já mostrava evolução no final do ano passado, apesar da eliminação.
Fonte: ge
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