– Sou um apaixonado por futebol e, quando você tem essa paixão, deseja atuar em equipes como o Vasco, com uma torcida como essa, em um país como o Brasil. É uma experiência incrível. Muitos duvidaram da nossa permanência na Série A, mas eu aceitei o desafio e deu tudo certo. Fizemos história, algo inédito, mas o Vasco quer mais. Tenho o objetivo de deixar meu legado, conquistar títulos e venho trabalhando duro todos os dias para isso. Com um grupo unido, sei que podemos alcançar grandes feitos. E as recompensas são os títulos – afirmou o jogador em entrevista exclusiva para a Revista do Vasco.
O hit “Payet, Payet, Payet… ê ê ê, ôôôôô” da Banda Mel se tornou o som da torcida vascaína para o craque. Além disso, é comum ver o camisa 10 aplaudindo e agradecendo aos torcedores após o jogo, independentemente do resultado.
Embora sua família só visite o Brasil esporadicamente, os colegas de time, funcionários do clube e torcedores se tornaram sua nova família. Sua esposa, Ludivine, e os quatro filhos acompanharam algumas partidas do Vasco:
– É emocionante jogar para uma torcida tão incrível. Não há nada mais inspirador do que ouvir uma canção em sua homenagem. O apoio da torcida é fundamental para a confiança do jogador. Recentemente, minha família esteve no Brasil e pôde sentir de perto o carinho dos vascaínos por mim. Todo o esforço vale a pena ao ver o amor que recebo de todos. Sou grato à torcida vascaína por tudo.
CONEXÃO COM A TRADIÇÃO VASCAÍNA
A #HistóriaMaisBonitaDoFutebol já era conhecida por Payet antes de seu contato com o Vasco. O jogador recebeu o apoio de atletas brasileiros e franceses ao escolher o clube carioca. Ele destacou a importância do Vasco na luta contra o racismo e se aprofundou em sua história através de um livro recebido na sua chegada:
– É impossível não se apaixonar pelo Vasco ao jogar aqui e sentir esse apoio da torcida. Conhecia o clube antes de vir, é muito respeitado na Europa. Recebi muitos elogios de jogadores franceses pelo comprometimento do Vasco com questões importantes, como a luta contra o racismo. Estudei a história do clube e sei que fiz a escolha certa. O Vasco tem um lugar especial no meu coração.
ADMIRAÇÃO POR ROBERTO DINAMITE
O número 10 do Vasco já foi usado por grandes craques, mas ninguém o honrou tanto quanto Roberto Dinamite. Apesar de sua morte, Payet teve a aprovação da família de Roberto para vestir essa camisa de peso. Desde então, a camisa 10 vascaína possui um patch em homenagem a Dinamite, ao lado do número na camisa principal:
– A história de Dinamite é magnífica! É uma grande responsabilidade honrar sua memória. Amo desafios como esse e vivo para superá-los. Quero ser uma referência para os jovens do Vasco e honrar todo legado deixado por ele. Gosto do estilo de jogo dos brasileiros, da liberdade e criatividade em campo. Com os garotos, tenho uma relação muito boa.
Fonte: Site Oficial do Vasco

Registro de Payet no dia de sua chegada ao Brasil, ainda no aeroporto. Foto: Daniel Ramalho
Conversa da torcida
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