Payet e Philippe Coutinho atuaram juntos por menos de 80 minutos.

Com a troca na direção técnica do Vasco na parte final da temporada, uma dúvida antiga passou a assombrar os corações dos torcedores vascaínos: será que Payet e Coutinho vão atuar lado a lado sob o comando de Felipe?

Confira como rolou o primeiro treino do técnico Felipe no Vasco

Desde que o camisa 11 chegou a São Januário, contratação mais comentada de 2024, Coutinho pouco teve a chance de atuar junto com Payet. Os dois jogadores só estiveram em campo juntos no time titular em uma única ocasião — na derrota de 3 a 0 para o São Paulo, em Campinas.

Em outras oito partidas, sempre que Coutinho e Payet foram escalados juntos, um deles acabou saindo para a entrada do outro. Em seis dessas vezes, o francês deixou o campo para dar lugar ao camisa 11. Nas outras duas, Coutinho foi substituído por Payet.

Jair, Coutinho e Souza no banco do Vasco no jogo contra o Fortaleza — Foto: Baggio Rodrigues/AGIFJair, Coutinho e Souza no banco do Vasco no jogo contra o Fortaleza — Foto: Baggio Rodrigues/AGIF

Apenas em duas ocasiões os dois atuaram juntos, sendo que um deles entrou no decorrer do jogo, como no duelo de volta da semifinal da Copa do Brasil contra o Atlético-MG em São Januário, e na partida de ida contra o Atlético-GO, pelas oitavas de final.

Segundo o Espião Estatístico, Coutinho e Payet estiveram em campo juntos por meros 79 minutos e 49 segundos.

Payet e Coutinho em treino do Vasco — Foto: Matheus Lima/VascoPayet e Coutinho em treino do Vasco — Foto: Matheus Lima/Vasco

E com Felipe?

No início, tudo indica que Felipe não utilizará os dois craques como titulares. Entre os dois, Coutinho parece se destacar como a opção preferida para a camisa 10 no embate contra o Atlético-GO, que acontecerá neste sábado, às 21h30 em São Januário.

O que pesa na balança é a vontade de Felipe em ter um time mais agressivo e dinâmico sem a posse de bola. O treinador deve montar uma equipe mais ágil e sólida no meio de campo, além de dar espaço para mais jogadores da base nos últimos três confrontos. Luiz Gustavo e Leandrinho estão entre os postulantes a ganharem mais minutos.

Fontes ligadas ao clube revelaram que uma das insatisfações de Felipe e da diretoria sobre o trabalho de Rafael Paiva era a falta de versatilidade tática. O time estava “travado” no esquema 4-2-1-3, com jogadas previsíveis pelas laterais, e era necessário encontrar novas alternativas, tanto em formações quanto em maneiras de criar e finalizar jogadas.

Fonte: ge