RAMON DIAZ RECORRE À FIFA E CBF
Após intensas negociações com o Vasco, visando um acordo de rescisão amigável, o departamento jurídico do clube foi pego de surpresa com a atitude do treinador argentino de acionar a FIFA em busca de indenização referente ao contrato e a CNRD da CBF para obter a liberação de seu registro, argumentando que o Vasco não teria autorização para contratar Álvaro Pacheco.
Além disso, Ramón também requereu uma medida provisória na justiça para poder deixar o clube cruzmaltino. O prazo para manifestação por parte do Vasco se encerra amanhã, caso a medida seja deferida ainda nesta quarta-feira. Mesmo assim, a diretoria permanece disposta a chegar a um acordo e apresenta depoimentos de diversos funcionários que testemunharam o pedido de demissão de Ramón, respaldados pela legislação que impede a transferência para outro clube sem a formalização da rescisão. A batalha está lançada!
Fonte: X Atenção Vascaínos
Após fechar com o Corinthians, Ramón Díaz move ação na Fifa pleiteando R$ 26 milhões do Vasco
O técnico Ramón Díaz aguardou a finalização do acordo com o Corinthians para então ingressar com uma ação na FIFA contra o Vasco, alegando sua demissão e exigindo o pagamento da multa rescisória.
A ação também foi protocolada na CBF e envolve o montante de R$ 26 milhões ao qual o treinador argentino afirma ter direito. Com a possibilidade de retorno ao Vasco, Ramón Díaz optou por aguardar o momento oportuno para dar entrada no processo.
Registro na CBF
Além da compensação financeira, o técnico cobra do Vasco a retirada de seu nome do registro do clube na CBF, embora isso não o tenha impedido de acertar sua ida para o Corinthians.
Após a derrota por 4 a 0 diante do Criciúma em abril, Ramón Díaz e seu auxiliar Emiliano Díaz solicitaram a saída do Vasco. A diretoria prontamente aceitou o pedido de demissão e emitiu um comunicado oficial.
Em nota, o clube não mencionou a demissão, limitando-se a informar que “imediatamente após a partida, Ramón Díaz e Emiliano Díaz não fazem mais parte da comissão técnica do Vasco da Gama”.
A condução do caso na época ficou a cargo do CEO Lucio Barbosa, que posteriormente deixou o SAF do Vasco. A 777 já vinha demonstrando insatisfação com os resultados de Ramón Díaz e com sua forma de conduzir o trabalho junto ao elenco.
Fonte: Blog Diogo Dantas – O Globo

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