Na ocasião, o atacante Vegetti colocou o Vasco na frente, mas o Flamengo não deixou barato e virou o jogo, com gols de Cebolinha, Pedro, David Luiz, Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol. Essa partida ficou marcada como a maior vitória da história do Clássico dos Milhões.
As coisas mudaram bastante para o Vasco desde então. O clube agora conta com um novo treinador e vive um bom momento na temporada, ocupando a nona posição no Brasileirão e garantindo uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil.
Vamos conferir o que mudou no Vasco desde aquela goleada:
É Hora de Virar o Jogo
Quando o Vasco entrou em campo para o primeiro clássico, o clima era bem diferente. Eles vinham de uma classificação contra o Fortaleza na Copa do Brasil, mas estavam em uma fase complicada no Brasileirão, com quatro derrotas seguidas e um preocupante 13º lugar, muito próximo da zona de rebaixamento.
Hoje, a situação é bem mais animadora. Com a nona posição e a apenas sete pontos da zona de Pré-Libertadores, o Vasco é semifinalista da Copa do Brasil após eliminar o Athletico em Curitiba. A derrota na semana passada interrompeu uma impressionante sequência de oito jogos sem derrota.
Nova Comando no Banco
Aquele desastre contra o Flamengo foi a estreia de Álvaro Pacheco como treinador. O resultado negativa, que não agradou à torcida, levou à sua demissão apenas três rodadas depois.
Experiência é o Diferencial
O time do Vasco é bem mais forte e maduro do que aquele que enfrentou o Flamengo há três meses. Aquela face desmotivada agora dá lugar a um discurso de superação em campo, algo que Rafael Paiva sempre enfatiza nas entrevistas.
Sob sua liderança, o Vasco já venceu três jogos de virada (contra São Paulo e duas vezes contra o Athletico), e mesmo em situações complicadas, como o jogo passado onde saiu perdendo por 2 a 0 e terminou levando a partida aos pênaltis, mostrou garra e determinação.
Peça-chave: Hugo Moura
Naquela goleada, o Vasco jogou com Sforza e Galdames no meio. A busca pela dupla ideal de volantes foi uma constante nas primeiras etapas da temporada, onde o time deixava muitos espaços no setor defensivo.
Rafael Paiva solucionou isso ao escalar Mateus Carvalho e Hugo Moura. Mateus teve suas oscilações e foi para o banco, mas Hugo tem se destacado constantemente, proporcionando segurança à defesa e ligando o setor defensivo com o ataque.
Hugo Moura, volante do Vasco — Foto: Matheus Lima/Vasco
Clima de Estabilidade nos Bastidores
No primeiro encontro entre Flamengo e Vasco, os bastidores do clube estavam agitados.
Após uma vitória na Justiça, o comando da SAF passou para Pedrinho e a 777 Partners foi afastada. Muitas perguntas estavam no ar: Quais seriam os próximos passos do presidente? O CEO Lúcio Barbosa continuity? E o então executivo Pedro Martins, a quem ele reportaria? A instabilidade preocupava.
Três meses depois, o quadro é de estabilidade. Pedrinho tem conduzido a SAF com firmeza, sendo uma figura ativa e respeitada por jogadores e comissão técnica. Mesmo sem o aporte esperado da 777, ele e sua equipe têm conseguido manter as finanças em dia e gerir o futebol do clube com competência.
Fonte: ge
Veja a festa do Vasco após garantir a vaga nas semifinais da Copa do Brasil no vestiário da Ligga Arena — Foto: Matheus Lima/Vasco
Rafael Paiva, que já havia sido interino entre Ramón Díaz e Álvaro Pacheco, pegou as rédeas do time e conseguiu estabilizá-lo. Sob sua direção, o Vasco disputou 18 partidas, conquistando 10 vitórias, 4 empates e 4 derrotas.
Conversa da torcida
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