A próxima ação consistirá em encerrar o conjunto de salas que atualmente acolhe a SAF Vasco, em um edifício comercial na Barra da Tijuca. De antemão, conforme mencionado, a proposta, ainda não oficializada, é relocar o futebol para São Januário, com parte das operações no Centro de Treinamento Moacyr Barbosa. Todavia, sem os investidores que assegurem o respaldo financeiro, a estrutura concebida para tornar o futebol do clube um negócio mais competitivo e lucrativo, atualmente se assemelha a uma entidade inoperante: atua sem CEO, CFO, diretores comerciais, de marketing, operacionais, de comunicação e futebolísticos. Em outras palavras: foi retomada a configuração obsoleta e limitada que diminuiu a grandeza do clube.
A transformação da estrutura do setor futebolístico em uma SAF, entidade dissociada da vida e da política associativa do clube, por si só, não representa uma fórmula de êxito. E a SAF Vasco foi a maior evidência disso, desde o início, com o futebol entregue a executivos mal selecionados, sem ligação com a agremiação e com competência questionável. Contudo, é alarmante observar o clube regressar ao conceito associativo. Ainda mais sem apresentar um corpo diretivo composto por vascaínos nos quais a torcida possa verdadeiramente confiar. E com a equipe atuando na zona de rebaixamento, em um cenário preocupante.
Fonte: Blog Gilmar Ferreira – Extra
O Vasco do presidente Pedrinho passa por um momento complicado — Foto: Vitor Seta
Conversa da torcida
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