, pois eu e meu filho começamos como uma brincadeira em casa. Não esperávamos por essa repercussão toda, mas fico feliz de poder levar alegria e risadas a todos os jogadores. Espero que um dia aconteça esse encontro entre os mini craques e os jogadores [risos]”, Guilherme Feitosa, o “Philippe Coutinho” da IA.
‘Tem que ter o formato certinho do rosto alvo’
Entre todos os personagens, somente o de Philippe Coutinho é interpretado por um adulto, no caso, o Guilherme. Além de seu filho que faz o “Mini Vegetti”, todos os outros também são crianças, moradoras do bairro Nova Campinas, em Duque de Caxias (RJ), onde ele tem também uma loja de acessórios para celular.
A mistura entre real e virtual é feita no computador, onde Guilherme define os personagens e a plataforma fica programada para associar as fotos dos jogadores do Vasco com os rostos dos meninos que ele selecionou.
“O segredo é usar a Inteligência Artificial. Porém, o rosto da pessoa tem que ter o formato certinho do rosto alvo”, explica Guilherme, que tem o sonho de que ele e seu filho conheçam Vegetti pessoalmente:
“Ainda não tivemos a oportunidade de falar com ele, mas vai acontecer, se Deus quiser. A torcida do Vasco vai ajudar a acontecer esse encontro”, Guilherme Feitosa, o “Philippe Coutinho” da IA.
Fonte: UOL
Conversa da torcida
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