O Vasco conta com um caixa fortalecido para o primeiro semestre de 2026, resultado da venda de Rayan ao Bournemouth, da Inglaterra, por 35 milhões de euros — sendo 28,5 milhões fixos e 6,5 milhões atrelados a metas. O clube recebeu cerca de 25 milhões de euros (R$ 151 milhões) de forma imediata.
Com isso, a diretoria vascaína respira aliviada em relação aos compromissos financeiros mais urgentes. A posição do presidente Pedrinho e de seus colegas é a de buscar um novo acordo com um parceiro fora do setor de casas de apostas. A gestão reconhece a existência de muitas empresas nesse segmento, mas ressalta que nem todas possuem solidez financeira.
A estratégia é esperar e dialogar com empresas de outros setores até, aproximadamente, o final do primeiro semestre do ano. É importante destacar que as casas de apostas não estão totalmente descartadas, caso as buscas iniciais não avancem ou surja uma proposta vantajosa de uma empresa considerada confiável em termos de segurança.
São Januário antes de Vasco x Maricá — Foto: Matheus Lima/Vasco
A Betfair, que foi a patrocinadora máster anterior, pagava cerca de R$ 70 milhões anualmente para exibir sua marca na parte principal da camisa do Vasco.
Em janeiro, houve discussões iniciais com a BYD, fabricante de automóveis, mas as partes não avançaram para negociações formais.
Ainda em janeiro, o Vasco rejeitou propostas oficiais da 01bet e EnergiaBet, duas casas de apostas, devido a questões de compliance e à ausência de garantias financeiras, levando ao descarte dessas empresas naquele momento.
Fonte: ge
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