Segundo informações, a negociação teve início na gestão anterior da Vasco SAF, sob Lúcio Barbosa, e foi concluída com a aprovação do Conselho de Administração em uma reunião realizada em 12 de junho, já sob a gestão de Pedrinho.
Para conseguir antecipar as receitas, o Vasco aceitou um desconto de 15% na operação financeira. A justificativa apresentada ao conselho foi a delicada situação financeira do clube. O presidente Pedrinho tem garantido que manterá os compromissos em dia até 2024, conforme tem declarado tanto internamente quanto publicamente.
No momento da venda, três parcelas de 4 milhões de euros foram acordadas. Com o adiantamento das duas parcelas restantes, o Vasco receberá antecipadamente 8 milhões de euros, porém com o desconto de 15%, resultando em um valor de 6,8 milhões de euros, aproximadamente R$ 41 milhões.
Recentemente, em uma entrevista coletiva, o presidente Pedrinho criticou os adiantamentos feitos pela SAF, destacando que essa prática era corriqueira na gestão anterior e que o clube não poderia depender desse recurso para sobreviver.
Pedrinho assumiu o controle do futebol do Vasco com o caixa praticamente vazio e desde então tem buscado maneiras de manter os compromissos em dia e também de quitar dívidas com os atletas.
Na gestão de Pedrinho, tem sido uma constante a busca por recursos para manter as finanças em ordem, visando ao cumprimento de todas as obrigações do clube em relação ao futebol.
Fonte: ge
Marlon Gomes em ação pelo Vasco: meia foi vendido em fevereiro deste ano — Foto: Daniel Ramalho / CRVG
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