Ação do Vasco questiona valores a serem recebidos por Max e juíza determina prazo de 5 dias para resposta da Administração da RJ e do Ministério Público

A juíza estabeleceu um prazo de 5 dias para que a Administração da RJ e o Ministério Público respondam à ação do Vasco sobre valores devidos a Max

A juíza Caroline Rossy, responsável pela recuperação judicial do Vasco da Gama, se manifestou sobre a situação envolvendo o ex-jogador Max, após a apresentação de cálculos milionários que geraram suspeitas de má-fé. A magistrada destacou a “gravidade dos fatos apresentados” e solicitou uma manifestação do Administrador Judicial e do Ministério Público.

Max está em um processo na justiça trabalhista contra o Vasco, onde busca um valor superior a 8 milhões de reais na recuperação judicial. O clube contesta essa quantia, argumentando que ainda não há um montante a ser recebido, uma vez que não houve julgamento de recurso.

PUBLICIDADE

O processo trabalhista foi iniciado pelo atual Presidente da Assembleia Geral do Vasco, Alan Belaciano, que, ao assumir o cargo, transferiu os poderes de patrocínio para Moises Iheuda. O Vasco alega que houve má-fé e uma tentativa de enganar o Administrador Judicial e a juíza.

Fonte: X do jornalista Danilo Danteskoo/Expresso 1923


Receba notícias do Vasco em primeira mão

Fique por dentro das principais notícias do Gigante da Colina.