Max está em um processo na justiça trabalhista contra o Vasco, onde busca um valor superior a 8 milhões de reais na recuperação judicial. O clube contesta essa quantia, argumentando que ainda não há um montante a ser recebido, uma vez que não houve julgamento de recurso.
O processo trabalhista foi iniciado pelo atual Presidente da Assembleia Geral do Vasco, Alan Belaciano, que, ao assumir o cargo, transferiu os poderes de patrocínio para Moises Iheuda. O Vasco alega que houve má-fé e uma tentativa de enganar o Administrador Judicial e a juíza.
Fonte: X do jornalista Danilo Danteskoo/Expresso 1923
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