Com apenas uma partida disputada em oito no total do Verdão nesta temporada, o atacante foi colocado à disposição para venda pela diretoria, chegando bem perto de mais uma despedida.
Entretanto, a iniciativa de Rony e seus agentes, ao aceitarem uma proposta do Vasco, fez com que a transferência para o Atlético-MG não fosse finalizada, criando assim um clima insustentável para a continuidade da parceria no Palmeiras.
Leila Pereira e Rony, do Palmeiras — Foto: Marcos Ribolli
Na terça-feira à noite, o agente de Rony, Hércules Júnior, informou a diretoria palmeirense que aceitou o salário oferecido pelo Galo e que a transferência estava definida. Mas na manhã de quarta, uma proposta do Vasco surgiu, e o representante decidiu mudar de ideia.
O Palmeiras, que já trocava documentos com o clube mineiro, manteve a sua posição e solicitou que Rony também fosse fiel à sua palavra. A única transferência viável, portanto, seria para o Atlético-MG.
Foi apurado pela reportagem do ge que o Galo estava inclusive editando o vídeo de anúncio, mas com essa confusão toda, o negócio virou um grande mistério.
Essa situação não caiu bem para o jogador no clube, pois não é a primeira vez que situações desse tipo geram desconforto quando o assunto é Rony e seus representantes.
Desde que o Palmeiras decidiu não contar com ele para 2025, sabe-se que Hércules está tentando ao máximo garantir que Rony cumpra seu contrato até o final de 2026. O salário e o tempo em São Paulo são pontos-chave que dificultam sua saída.
No começo do ano, o Fluminense esteve muito perto de concretizar a contratação. O Verdão até aceitou a venda, mas o negócio emperrou quando chegaram às discussões sobre os salários. Hércules exigiu mais do que Rony recebe atualmente, e assim a negociação foi cancelada.
Rony continuou treinando com o elenco após a recusa e teve a oportunidade de jogar no último domingo, enfrentando o Água Santa pelo Campeonato Paulista. Foi sua estreia na temporada.
Agora, se o acerto com o Atlético-MG não for fechado, as chances de ele atuar devem ser ainda mais reduzidas, e a convivência no clube pode se tornar ainda mais complicada.
Dudu parte 2?
O cenário começa a se assemelhar ao ocorrido com Dudu no ano anterior. O atacante se comprometeu com o Cruzeiro para uma transferência, que foi até anunciada nas redes sociais.
Entretanto, a repercussão negativa fez Dudu recuar em sua decisão, e o Palmeiras teve que reintegrá-lo. A relação com a presidente Leila Pereira, que já era tensa, piorou ainda mais. Dudu foi utilizado algumas vezes por Abel, mas Leila já havia mencionado que o via como um “fim de ciclo” na equipe.
Em janeiro, durante as tratativas com o Fluminense, Leila repetiu essa afirmação, mas acrescentou que:
– O Rony sairia pela porta da frente. O Dudu saiu pela porta dos fundos.
Com as recentes negociações que não avançaram e a nova atitude de Rony, seu status pode se tornar muito semelhante ao que Dudu enfrentou em sua despedida no final do ano passado.
Com a torcida, ele começa a perder moral, e a saída parece ser o caminho mais viável.
Rony em Água Santa x Palmeiras — Foto: Mateus Bonomi/AGIF
Fonte: ge
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