. Achavam que alguém faria melhor. Depois de sairmos a equipa teve um retrocesso. Quando saímos a equipa estava acima da linha de água e acabaram por descer. O presidente achava que com outro treinador conseguiria melhor.
Adaptaram-se bem ao futebol brasileiro?
Sim. Era um futebol com menos intensidade e menos qualidade tática, mas, do ponto de vista técnico, um jogo bastante evoluído. Tínhamos obviamente a nossa identidade e forma de jogar, mas também nos adaptámos sempre muito àquilo que eram os recursos que tínhamos. Tentámos melhorar, sobretudo naquilo que eram as questões táticas e de intensidade. Ainda conseguimos passar uma eliminatória da sul-americana, com o Caracas da Venezuela. Depois perdemos em casa por 1-0, era [Hernán] Crespo o treinador, e foram eles a ganhar a Taça Sul-Americana naquele ano. No campeonato estávamos com dificuldades, mas acima da linha de água.
Que tal os adeptos brasileiros?
Fantásticos. É pena estarmos na pandemia, ressentimo-nos muito de não ter o estádio com o nosso público, porque é muito difícil jogar sem a nossa massa adepta que é muito quente. Isso desfalcou-nos. Os adeptos no dia a dia são de um respeito, uma consideração muito grande. Após sermos despedidos, ainda tivemos algum tempo no Rio de Janeiro e a maneira como as pessoas tratavam o Ricardo, o carinho que mostravam por ele, era fantástico.
Fonte: Tribuna Expresso
D.R.
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