A situação técnica da equipe envolve uma questão burocrática relacionada às licenças de Marcelo e Bruno. Apesar de ambos possuírem qualificações de alto nível, a validação documental junto aos órgãos competentes determina quem terá o papel oficial perante a imprensa e a Confederação.
Marcelo recentemente completou um extenso curso da Associação do Futebol Argentino (AFA), que dura 36 meses e é considerado um dos mais desafiadores do continente.
Entretanto, o processo de homologação do documento ainda está em andamento. Como o curso foi finalizado no final do ano passado, o recesso da Federação Argentina e o prazo administrativo de até três meses para a oficialização atrasaram o registro.
Além disso, as exigências burocráticas da Conmebol criaram um obstáculo temporário para que sua licença seja reconhecida de imediato no Brasil.
Por outro lado, Bruno já possui a licença da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) devidamente homologada. Na prática, a dupla irá conduzir o trabalho técnico de maneira colaborativa no dia a dia, mas a questão formal exige uma divisão específica de funções.
Devido à rigidez das entidades esportivas em relação aos protocolos de assinatura e representação, Bruno assume o cargo de diretor técnico.
Por ser o profissional com a documentação regularizada, cabe a ele a responsabilidade de assinar as súmulas e representar a equipe em compromissos oficiais, como as entrevistas coletivas pós-jogo, enquanto Marcelo aguarda a conclusão do processo administrativo de sua licença estrangeira.
Bruno Lazaroni é auxiliar fixo da comissão técnica do Vasco • Dikran Sahagian/Vasco
Fonte: Itatiaia
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