O ge acompanhou Diniz durante toda a partida. Nos vídeos da matéria, mostraremos suas reações – desde explosões de emoção e preocupação até momentos de alívio e celebração.
- Da calmaria à impaciência
Diniz começou o jogo sereno, satisfeito com o bom desempenho do Vasco, que pressionava o ataque do Operário e criava boas oportunidades no primeiro tempo. No entanto, conforme os erros no ataque se acumulavam e os espaços na marcação apareciam, sua paciência foi se esgotando, e ele começou a gritar instruções.
- Instruções para Rayan e gol que teve o dedo do técnico
Assim como na partida contra o Fortaleza, Diniz frequentemente chamou o atacante Rayan. O jovem jogador foi até o banco de reservas buscar orientações em determinados momentos do jogo.
Aos 40 minutos, Diniz deixou a linha lateral para dar instruções a Rayan. Embora não se saiba exatamente o que foi falado, claramente funcionou. Um minuto depois, Rayan abriu o placar, levando o técnico a vibrar ao lado da comissão técnica. O atacante, ao comemorar, ainda recebeu mais orientações de Diniz.
— Diniz é como um pai para mim, está me ajudando muito. Ele me dá broncas, mas é para o meu bem. Acredito que, assim como fez em outros clubes, ele vai me ajudar também. Estou muito feliz e evoluindo, e creio que tudo vai dar certo. Até na hora do gol, ele me deu feedback (risos) — declarou Rayan em entrevista após a partida.
- Irritação com Loide Augusto e gesto polêmico do atacante
Loide, que entrou no segundo tempo, se tornou um dos protagonistas do jogo, não apenas por ter convertido o último pênalti do Vasco, mas também por discutir com Diniz e ignorar suas orientações, o que deixou o treinador frustrado.
Durante uma pausa, Loide se aproximou de Diniz, mas ao ser chamado novamente, não prestou atenção. O treinador perdeu a paciência e chegou a chamá-lo repetidamente, utilizando até o nome de Piton para tentar atrair sua atenção.
Após uma tentativa de drible sem sucesso e um chute perigoso, que parecia um “desafio” a Diniz, o técnico, irritado, entrou na área técnica do Operário para chamar Loide.
— Comigo não aconteceu nada, não sei muito sobre o gesto que ele fez. O pessoal estava comentando, e eu estava tentando dar informações para acalmá-lo, pois a torcida já estava irritada com ele. Meu objetivo era ajudá-lo a continuar jogando. Preciso conversar com ele para entender o que significavam os gestos. Para mim, não houve problema, estava focado no jogo — explicou Diniz.
- Frustração, aflição e alegria na comemoração
O gol de Ademilson no fim da partida foi um golpe duro para o Vasco e para Diniz, que ficou desapontado com o gol sofrido. Com as mãos na cintura, ele aguardou o fim do jogo para dar dicas e orientações antes das cobranças de pênaltis. No meio do campo, ele incentivou os jogadores.
Diferente de sua agitação durante todo o jogo, Diniz acompanhou as cobranças de pênaltis com uma postura mais reservada. Ele não demonstrou reação quando Léo Jardim defendeu a penalidade que poderia eliminar o Vasco após Paulo Henrique ter perdido sua cobrança. O técnico guardou toda a emoção para o momento decisivo, quando Jardim defendeu a terceira penalidade e garantiu a classificação do Vasco para as oitavas de final da Copa do Brasil.
Assim que entrou na sala da coletiva, Diniz fez o sinal de “V” com as mãos, sorrindo. Depois, respondeu as perguntas dos jornalistas e finalizou sua saída com a frase:
— Aos vascaínos: vitória, Vascão! — fazendo o mesmo sinal com os dedos que havia feito no campo em direção à torcida.
Fonte: ge
Fernando Diniz à beira do gramado de São Januário na partida entre Vasco x Operário, pela Copa do Brasil — Foto: André Durão
Conversa da torcida
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