Jorge Salgado se despediu oficialmente da presidência do Vasco da Gama. Na noite da última segunda-feira (22), o novo presidente eleito, Pedrinho, assumiu o cargo em cerimônia na Sede Náutica da Lagoa.
Salgado encerrou sua gestão no Vasco da Gama após o triênio 2021/2023. Assim, a principal ação do ex-presidente foi transformar o Clube em SAF e acertar a venda de 70% do futebol para a empresa americana 777 Partners.
Logo após a posse do ex-mandatário, em 2021, o Cruzmaltino foi rebaixado para a segunda divisão. Salgado tentou reestruturar o elenco, investiu recursos do próprio bolso, mas teve um desempenho desastroso e o Gigante da Colina não conseguiu retornar à elite do futebol nacional. Dessa forma, o ex-presidente terminou seu mandato cumprindo algumas promessas, mas deixando outras sem cumprir.
Promessas mantidas
Entre as promessas cumpridas está a reestruturação do endividamento do Vasco, que foi viabilizada com a SAF. Assim, Salgado entregou o Clube com uma dívida líquida de cerca de R$ 25 milhões, conforme relatório do ano passado. No entanto, a dívida assumida pela empresa americana chega a aproximadamente R$ 594 milhões.
Salgado prometeu em sua campanha a reforma do estatuto do Clube. No entanto, o processo só foi iniciado no final do ano passado e ficará a cargo da nova gestão. Apesar de não concluir a reforma de São Januário, programada para agosto de 2023, o ex-presidente deu encaminhamento à situação, obteve a assinatura do projeto e deixa para Pedrinho cuidar disso.
Promessas não mantidas
Ainda em sua campanha, o ex-presidente prometeu a captação imediata de R$ 70 milhões. O valor seria destinado para quitar salários atrasados e impostos. No entanto, a promessa não foi cumprida, com a justificativa de que o rebaixamento atrapalhou.
Salgado também prometeu um Vasco forte e competitivo. Porém, o Cruzmaltino permaneceu na mesma situação e disputou duas edições na Série B do Campeonato Brasileiro. Além disso, o ex-presidente deixa o cargo sem conquistar títulos. Por fim, o mandatário não concretizou sua fala de posicionar o Time Carioca entre as 5 maiores receitas do futebol brasileiro, não reformou São Januário, não alcançou 150 mil sócios e não investiu no futebol feminino.
Durante sua posse, o presidente Pedrinho, que liderará o triênio entre 2024 e 2026, afirmou que sua principal missão é a reforma do estádio vascaíno. Além disso, deixou claro que ninguém é maior que o Vasco da Gama.
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