Governança da SAF é debatida pelo 777 Carioca, que considera antecipar valores da auditoria

O 777 Carioca discute a governança da SAF e avalia a possibilidade de antecipar os valores da auditoria

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A 777 Carioca se manifestou nesta quinta-feira (27) sobre o incidente relacionado à Recuperação Judicial do Vasco e da SAF, focando sua argumentação em dois aspectos principais: auditoria e governança.

Em relação à auditoria realizada pela ICTS Global, a 777 argumenta que os custos deveriam ser arcados pelas Recuperandas, e não por ela. Apesar dessa observação, a empresa informou que irá antecipar o pagamento dos honorários, ressaltando a importância da auditoria para entender a situação real da companhia da qual ainda é acionista.

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O aspecto mais relevante da manifestação, no entanto, diz respeito à governança.

A 777 aponta que as determinações judiciais ainda não foram cumpridas em sua totalidade e lista pendências, como:

• a nomeação de um conselheiro independente para o Conselho de Administração;
• a escolha de três suplentes para o Conselho Fiscal;
• a contratação de mais um Diretor;
• o registro e a publicação da ata da Assembleia de 10/08;
• a aprovação das demonstrações financeiras de 2024 e 2025.

Para fortalecer sua posição, a 777 cita a manifestação do Gatekeeper, que reconheceu “nítidos avanços” na regularização da governança, mas concluiu que ainda não é possível afirmar que todas as determinações judiciais foram plenamente cumpridas.

É importante notar a diferença de tom entre as partes: enquanto o Gatekeeper reconhece progressos, a 777 adota uma postura mais crítica, afirmando que, “apesar de todas as oportunidades”, as questões levantadas no incidente “não foram regularizadas”.

A 777 também ressalta que preserva todos os seus direitos e pretensões, deixando claro que sua manifestação não implica concordância com os atos praticados pelas Recuperandas.

Vale destacar que, nesta manifestação, a 777 não apresenta um novo pedido explícito para o afastamento de Pedrinho ou para uma intervenção imediata na administração da SAF. O foco é, em vez disso, garantir o pagamento da auditoria para que ela prossiga e, ao mesmo tempo, consolidar nos autos a tese de que, apesar dos avanços reconhecidos pelo próprio Gatekeeper, a governança da Vasco SAF ainda não está totalmente regularizada.

Fonte: X do jornalista Gustavo Cunha/Colina 1927


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