Gustavo Cunha detalha a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que negou o pedido do escritório Campos Mello para bloquear ou registrar disputa sobre as ações da 777 na Vasco SAF, devido a uma dívida de R$ 740 mil por serviços jurídicos na compra da empresa. A juíza entendeu não haver risco concreto de insolvência da 777, permitindo que a negociação das ações siga sem impedimento judicial neste processo específico, embora a cobrança da dívida continue normalmente. A notícia é relevante para o Vasco porque remove um possível entrave legal à venda da participação da 777 na SAF, em meio a exposições anteriores de documentos envolvendo José Roberto Lamacchia e questões confidenciais da operação.
Justiça do Rio de Janeiro rejeita pedido do escritório Campos Mello sobre ações da 777 na Vasco SAF
A juíza entendeu não haver risco concreto de insolvência da 777, permitindo que a negociação das ações siga sem impedimento judicial
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