Milton Cunha, conhecido por seu trabalho no carnaval, compartilhou recentemente sua profunda conexão com o Vasco. Essa relação começou ainda na infância, influenciada por seu avô português, que era um fervoroso torcedor do Cruz-Maltino.
A paixão pelo clube se intensificou durante os anos 1980, enquanto Milton estudava Psicologia na faculdade. Durante suas pesquisas acadêmicas, ele descobriu a história revolucionária e inclusiva do Vasco, o que reforçou sua admiração pelo time.
Após se mudar para o Rio de Janeiro, Milton teve a oportunidade de visitar locais emblemáticos para os vascaínos, como a Barreira do Vasco, além de assistir a uma partida em São Januário.
O estádio é um local significativo não apenas para os fãs de futebol, mas também para a cultura carioca. Em 1940, por exemplo, São Januário foi palco de um desfile de escola de samba.
Sobre sua ligação com o clube, Milton declarou: “O Vasco entra na minha vida e eu já não tenho mais vergonha, o medo não me afasta”. Sua fala destaca como o time representa um símbolo de mistura e inclusão em sua trajetória pessoal.
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