Natural de Santa Catarina, ele começou sua trajetória no futsal catarinense e, após encerrar a carreira como jogador, passou a atuar como treinador.
Em entrevista, Zanetti relembra seu início na modalidade, fala sobre seu retorno ao Vasco após 26 anos e apresenta suas metas e ideias para o trabalho à frente da equipe.
Como o futsal entrou na sua vida?
“Como todo jogador, o sonho era ser atleta de futebol. Eu não pensava no futsal, mas as circunstâncias me levaram para ele. Eu sou do interior de Santa Catarina e, nas décadas de 1980 e 1990, as grandes equipes de futsal eram de lá, e eu me espelhava naqueles atletas. Com 15, 16 anos, já estava jogando na equipe profissional. Depois rodei o Brasil, vim para o Vasco, Espanha e Itália. Joguei na Seleção Brasileira e na Italiana. Depois de encerrar minha carreira como jogador, decidi me tornar treinador.”
Você jogou no Vasco em 2000, foi campeão da Liga e, 26 anos depois, volta como treinador. O que te motivou a aceitar o convite do clube?
“Eu recebi a proposta no Natal e aceitei na hora. Ainda faltavam alguns dias para finalizar meu contrato nos Emirados Árabes. Só pedi para o Vasco esperar esse prazo, e eu viria. Eu quero vivenciar novamente aqueles momentos. Vencemos a Liga Nacional em 2000 com um grupo fantástico. Tudo isso me veio à tona quando cheguei aqui em São Januário, me emocionei. Eu nunca imaginei que isso aconteceria: sair de uma trajetória histórica de atleta para, então, construir uma história como treinador. O que me fez voltar é a oportunidade de marcar a história novamente.”
Quais são as suas principais metas para esta temporada?
“A meta técnica é vencer todas as competições. É claro que vamos enfrentar competições de alto nível, mas sempre com foco na vitória. Precisamos construir uma equipe corajosa, que tome iniciativa, que seja agressiva, que tenha uma identidade clara e que contagie o torcedor.”
Qual o estilo de jogo que pretende implementar no Vasco?
“Uma equipe com repertório ofensivo, mas que, na questão defensiva, também tenha uma agressividade muito grande. O trabalho é para construir uma identidade própria. Eu aplico três filosofias que vivenciei na minha carreira: a brasileira, que é a técnica; a espanhola, que é organizacional; e a competitividade italiana. Para colocar tudo isso em prática, é preciso comprometimento, profissionalismo e intensidade nos trabalhos diários. Disso eu não abro mão.”
O que a torcida do Vasco pode esperar para 2026?
“Estou com muita saudade da torcida do Vasco. Quando vim jogar aqui, me tornei vascaíno, muito em função desse contato com a torcida. Onde íamos jogar, havia muitos torcedores do Vasco, e isso era fantástico. O que o torcedor pode esperar é que o Vasco trouxe um treinador com DNA vascaíno, que já venceu aqui, que sabe o que é vencer dentro desse clube e que quer viver esse momento novamente. Não vou medir esforços para que isso aconteça. Quero que o torcedor se sinta orgulhoso da equipe, que veja um time que compete, que veste a camisa, que dá o máximo e que contagia de dentro para fora. Que ele possa olhar para o seu time, seja pela televisão ou ao vivo, e reconhecer o nosso trabalho. Não vejo a hora de reencontrar a torcida. Eles vão se lembrar que eu vestia a camisa de verdade, como uma segunda pele. É isso que o torcedor vascaíno pode esperar do treinador.”
Fonte: Site oficial do Vasco

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