O defensor não faz parte dos planos do Fenerbahçe, que precisa reduzir o número de estrangeiros em seu elenco para poder contratar novos jogadores. Na Turquia, um clube pode registrar até 14 atletas de fora do país, e a equipe de Istambul conta com mais de 20.
Embora haja interesse mútuo por uma liberação, a postura de Diego Carlos tem gerado insatisfação internamente. No dia em que o Fenerbahçe enfrentou o Sturm Graz, da Áustria, pela pré-Liga dos Campeões, o brasileiro compartilhou um vídeo em que aparece descansando em um hotel.
Apesar de não estar integrado ao cotidiano do elenco, o uso das redes sociais por Diego Carlos tem sido interpretado pela imprensa turca como uma tentativa de forçar sua saída.
O Vasco está atento à situação, mas a atual postura é de que a contratação só ocorrerá caso o jogador consiga rescindir seu contrato e chegue sem custos. A diretoria vascaína considera Diego Carlos um alvo importante para a zaga, mas não vê vantagens em investir uma quantia significativa em um atleta de 31 anos que apresenta um histórico recente de lesões.
O Como, onde o defensor atuou por empréstimo na última temporada, também demonstra interesse, mas na Itália ele é visto como uma opção para compor o elenco em caso de saídas. No Vasco, o plano é valorizá-lo e destacá-lo dentro do contexto do plantel, o que agradou tanto o jogador quanto sua equipe.
Por ora, o clube carioca monitora a situação e aguarda o desfecho de Diego Carlos com o Fenerbahçe. Há indícios positivos entre as partes, mas não será possível avançar nas negociações enquanto ele estiver vinculado ao time turco.
Fonte: ge
Diego Carlos esteve com a seleção brasileira em jogos das Eliminatórias — Foto: Lucas Figueiredo / CBF
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