Essa decisão diz respeito ao pedido de tutela de urgência, e a discussão sobre o direito do Vasco de utilizar o Maracanã ainda não está encerrada, já que o clube pode recorrer da determinação.
Nuno Moreira comemora com torcida do Vasco no Maracanã — Foto: Matheus Lima/Vasco
O Vasco buscou a Justiça após a concessionária informar que não poderia liberar o Maracanã na data desejada. A diretoria do clube pretende fazer valer o contrato firmado no ano passado com a administração do estádio e argumenta que as justificativas apresentadas por Flamengo e Fluminense para o veto são inadequadas.
A concessionária alegou que a semana de 23 a 29 de agosto foi reservada para a recuperação do gramado, com um planejamento técnico que prevê intervenções contínuas, o que, segundo sua defesa, impossibilitaria a realização da partida no dia 26.
Flamengo e Fluminense, representados pela concessionária Fla-Flu Serviços S.A., sustentam que a negativa para a partida na próxima quarta-feira decorre de uma programação técnica de recuperação do gramado que foi estabelecida antes do pedido do Vasco. Eles também afirmam que o acordo feito no ano passado para o uso do estádio pelo time vascaíno não é válido devido à falta de assinatura.
A decisão judicial concluiu que não há risco de a partida não ser realizada, uma vez que o Vasco pode utilizar São Januário e outros estádios no Rio de Janeiro. A concessionária também mencionou um precedente do Tribunal de Justiça do Rio em uma disputa anterior entre o Vasco e o Maracanã, que considerou que a existência de outros estádios elimina o risco de a partida não ocorrer.
Decisão da Justiça que indeferiu pedido de urgência do Vasco — Foto: Reprodução
Fonte: ge
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