O técnico ponderava se deixaria um time na sétima posição no Brasileiro, que contava com uma diretoria que o apoiou mesmo após eliminações no Paranaense e na Copa do Brasil, ou se iniciaria uma negociação com o Vasco.
Na terça-feira, a conversa inicial evoluiu para uma proposta formal. O Vasco contatou a equipe do treinador e se mostrou disposto a pagar a multa rescisória de aproximadamente R$ 4 milhões ao Coritiba para formalizar o acordo.
O primeiro pedido de Seabra foi que o Vasco se comunicasse com a diretoria do Coritiba, pois ele não queria que o head esportivo William Thomas e o coordenador Jorge Andrade fossem pegos de surpresa. O contato ocorreu na noite de terça-feira, e os valores surpreenderam a diretoria do Coritiba.
Na quarta-feira, Seabra comandou um treino pela manhã no CT da Graciosa. O Coritiba ainda aguardava um contato direto do treinador para compreender qual decisão ele tomaria. Após o treino, Seabra informou ao Coxa que iria se reunir com o Vasco durante a tarde.
O empresário do técnico chegou a Curitiba por volta das 17h e foi direto para a casa de Seabra. De lá, entraram em contato com o Vasco para finalizar os últimos detalhes do contrato até 2027, com um salário em torno de R$ 1,5 milhão.
Informações de bastidores indicam que Seabra estava bastante apreensivo e tenso, considerando um projeto com a SAF do Coritiba e, por outro lado, a oportunidade de um salto financeiro com o Vasco. Por volta das 18h20, a confirmação definitiva foi dada ao Vasco, e a saída foi comunicada ao Coritiba.
Agora, o Coxa busca um substituto para o técnico a menos de um mês da retomada do Campeonato Brasileiro. O Coritiba voltará a campo contra o Palmeiras, no Couto Pereira, no dia 23 de julho.
Fonte: ge
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