Brian Muhs, argentino apaixonado por futebol, fala sobre o duelo entre Vasco e Boca Juniors na Copa Sul-Americana

Brian Muhs é fundador e presidente do consulado oficial do Boca Juniors no Rio de Janeiro

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Brian Muhs, um argentino apaixonado por futebol, encontrou uma nova casa no Brasil há seis anos. Fundador e presidente do consulado oficial do Boca Juniors no Rio de Janeiro, ele se encantou pelo Vasco durante sua estadia. A atmosfera de São Januário e a comunidade da Barreira do Vasco o lembram da Bombonera em Buenos Aires.

“Entre 2022 e 2023, comecei a ir aos jogos em São Januário e fiquei apaixonado pela torcida, ela é muito maneira e muito parecida com a do Boca. Antes eu já tinha ido em jogo do Flamengo, do Fluminense e do Botafogo e não tem nem comparação com a do Vasco”, afirmou Muhs.

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Ele complementou: “É muito parecido dentro e fora do estádio. Aquele clima de São Januário, o que tem para beber, comer, o samba… É muito parecido com o clima que você encontra lá fora na Bombonera. A Bombonera é muito parecido com a Barreira (do Vasco, comunidade vizinha a São Januário).”

Com a chegada das semifinais da Copa Sul-Americana, Brian enfrenta um dilema. Hoje à noite, às 21h30 (de Brasília), o Boca Juniors enfrenta o Vasco na Bombonera. Apesar de sua paixão recém-descoberta pelo Cruzmaltino, Brian não esconde que torcerá para o Boca. Contudo, ele gostaria de ver o Vasco triunfar na Copa do Brasil, onde enfrenta o Palmeiras nas semifinais em novembro.

“Estou indo em quase todos os jogos do Vasco. Estou na VasCopa (torcida de vascaínos do bairro de Copacabana), conheci eles, viramos muito amigos. Então agora não é só o Vasco, eu tenho amigos vascaínos, eles são fanáticos. Tipo assim, eu quero que ganhe o Boca, é meu time do coração, da vida, mas vou ficar triste. Tomara que o Boca ganhe e o Vasco seja o campeão da Copa do Brasil”, disse Muhs.

No Rio, o consulado do Boca reúne torcedores em Copacabana para assistir aos jogos e celebrar a cultura argentina. Enquanto isso, o Vasco lida com questões judiciais sobre onde será realizada a partida de volta da semifinal contra o Palmeiras, já que tenta levar o jogo para o Maracanã.

“Eu acho que se for Maracanã será melhor para todo mundo. O Engenhão (Nilton Santos) fica muito longe, o estádio é frio, chato. Boca e Vasco merecem que o jogo aconteça no Maracanã”, concluiu.

Com informações do UOL Esporte.

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