Henry, que faleceu em 2021 aos quatro anos, completaria dez anos neste domingo, data que também coincide com o Dia Nacional de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Criança e o Adolescente.
A data foi estabelecida pela Lei Henry Borel (14.344/2022), criada após a morte do menino e voltada para o enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. A legislação endureceu penas, ampliou medidas protetivas e buscou agilizar o acolhimento de vítimas.
Para Leniel Borel, pai de Henry, a homenagem em um dos maiores palcos do futebol brasileiro possui um significado simbólico importante.
“O Brasil vive uma crise invisível de violência contra crianças e adolescentes, porque ela acontece principalmente dentro de casa. O esporte é uma arena legítima para promover consciência e proteger os pequenos”, declarou.
Dados recentes indicam que a violência contra crianças e adolescentes continua em ascensão no país. Segundo o Atlas da Violência, houve um aumento de 36,2% nas notificações entre 2022 e 2023, com mais de 115 mil atendimentos registrados no último ano.
O crescimento mais alarmante foi entre crianças de 0 a 4 anos, com uma elevação de 52,2% nos casos de violência física.
O caso Henry Borel ainda aguarda julgamento.
Fonte: Coluna Mirelle Pinheiro – Metrópoles
Reprodução/Web
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