Léo Jardim foi o nome da classificação heroica do Vasco para a final da Copa do Brasil. Após uma batalha de 180 minutos contra o Fluminense, o goleiro brilhou na decisão por pênaltis, defendeu duas cobranças, garantiu a vitória por 4 a 3 e colocou o Cruzmaltino de volta a uma final da competição nacional após longos 14 anos.
A calma do especialista em pênaltis
Não foi a primeira vez que Léo Jardim se destacou em uma decisão por pênaltis. Considerado um especialista, o goleiro compartilhou seu segredo para se destacar em momentos de pressão extrema, como o acontecido no Maracanã.
“Acredito que seja fundamental manter a calma quando as coisas estão agitadas. Exige muito trabalho e concentração. Estar o mais equilibrado possível para tomar boas decisões”, explicou o camisa 1, que já vivenciou seis disputas de pênaltis na Copa do Brasil ao longo de sua trajetória.
“Estou feliz de poder ajudar novamente e ressaltar o trabalho de toda a equipe, e do staff. É realmente um sonho estar nessa final”, declarou, emocionado.
Da cobrança da torcida à glória da final
Léo Jardim também fez questão de reconhecer as críticas e cobranças direcionadas ao time durante uma temporada marcada por altos e baixos.
“Entendemos que a cobrança dos torcedores é normal. Precisamos corresponder dentro de campo e, em determinados momentos, acabamos oscilando muito. Portanto, é compreensível essa cobrança”, afirmou o goleiro.
“O mais importante, no entanto, é que eles nunca deixaram de apoiar, sempre lotando o estádio, independentemente da nossa situação. Fico muito feliz em proporcionar momentos como esse e vamos buscar esse título para dar um presente à torcida”, prometeu.
Duelo de gigantes no gol e respeito a Fábio
A noite no Maracanã também foi marcada por um duelo entre dois grandes goleiros. Do outro lado, estava o experiente Fábio, que fez defesas impressionantes durante o jogo. Léo Jardim não hesitou em elogiar seu adversário, sentindo-se honrado por ter participado de um confronto tão alto nível.
“O Fábio é um ótimo goleiro, sou um grande admirador do seu trabalho e da pessoa que ele é. Ser capaz de competir em uma disputa de pênaltis contra ele, assim como outros grandes goleiros, é uma honra, um privilégio. Por isso, procuro trabalhar arduamente para estar à altura deles e ajudar o Vasco sempre”, finalizou o herói da classificação.
Fonte: Gazeta Esportiva
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