O clube não possui as certidões negativas exigidas para atuar como proponente e, por essa razão, estabelece parcerias com institutos que assumem formalmente essa condição, conforme previsto na Lei 13.019/2014. O Vasco não é parte dos termos de fomento, não recebe recursos públicos federais e não movimenta qualquer valor. A responsabilidade pela aplicação dos recursos é totalmente do proponente, que é responsável pela execução financeira e pela prestação de contas.
Os ex-dirigentes exonerados que atualmente buscam a imprensa para levantar suspeitas são os mesmos que mantinham diálogo direto com os proponentes enquanto estavam em seus cargos. Eles tinham autonomia e nunca apresentaram uma única denúncia.
Com a proximidade das eleições do Vasco, motivados pela ambição, tentam agora misturar a política nacional com a vida institucional do clube. Parecem ignorar a história. O Vasco, que é pioneiro na luta contra a discriminação e defensor dos direitos de negros, trabalhadores e homens de origem humilde, não se alinha a nenhum partido ou lado político. Não tem raça, cor, etnia, religião, sexo ou gênero. Essa sempre foi e será a nossa história.
Esses mesmos que atuam de forma oculta pela 777, colaboram com o rival nos bastidores dos órgãos do futebol e agora buscam a imprensa para atingir seus objetivos. Quando as fontes têm interesses pessoais nas informações que divulgam, a imprensa corre o risco de ser induzida ao erro e de se tornar um instrumento de um projeto político. Um exemplo disso é a insinuação, que soa como afirmação, de que o Vasco estaria sendo investigado pela CGU, o que é falso.
O Vasco da Gama permanece à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários.

Conversa da torcida
Sua opinião ajuda a fortalecer a torcida. Vale comentário curto, reação rápida ou até GIF.
Escolha um GIF
Seja o primeiro vascaíno a comentar esta notícia.
Torcida falando agora
Comentários recentes da comunidade em outras notícias e espaços do MeuVasco.