– Não concordo com a análise, ou parte dela, que diz que a equipe jogou muito mal. A maneira como marcamos alto, especialmente no início do jogo, mostrou que os jogadores estavam mais frescos. O que faltou no primeiro tempo, na minha visão, foi mais agressividade – afirmou o treinador.
– Nós já conseguimos acionar o Lanús, demonstrando um jogo mais vertical, mas continuamos trocando passes mais laterais. No segundo tempo, também não achei que a equipe começou mal. Quando tomamos o gol, o time perde confiança e os problemas começam a surgir, influenciados pelo desempenho recente, o que impactou. Precisamos fazer algumas mudanças. Apesar de termos tido apenas um treino, aproveitamos bem o tempo para treinar, mas as substituições tinham a tendência de aumentar o vigor físico e, ao mesmo tempo, desviar um pouco da nossa ideia de jogo. Após a expulsão, tornou-se extremamente difícil buscar o empate. Porém, acredito que a equipe, em relação ao primeiro tempo e parte do segundo, trouxe elementos positivos para trabalhar e corrigir os erros, especialmente no que diz respeito ao aspecto emocional – completou.
Fernando Diniz em Lanús 1 x Vasco pela Sul-Americana 2025 — Foto: AFP
Com este resultado, o Vasco continua dependendo apenas de suas próprias ações para se classificar para a próxima fase da Sul-Americana: precisará vencer o Melgar no próximo dia 27, em São Januário, na última rodada da fase de grupos. Um empate não é suficiente para a equipe de Diniz.
Fonte: ge
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