A coluna Fabia Oliveira teve acesso exclusivo aos detalhes do depoimento. Payet, que é casado há 18 anos e é pai de quatro filhos, admitiu ter tido um relacionamento com Larissa, mas rejeitou as acusações de agressão. Segundo ele, a advogada queria ser “mantida” como amante na Europa. Larissa, por sua vez, nega essa afirmação.
Relato sobre a França
No depoimento, Payet relatou que após o término da relação, “Larissa começou a expressar o desejo de continuar o relacionamento na França”, já que seu contrato com o Vasco está se aproximando do fim, o que possibilitaria seu retorno ao seu país.
O meio-campista ainda disse que a advogada sugeriu que ele “arcar com suas despesas” na Europa, o que ele negou. Em resposta, Larissa afirmou que tomaria “medicamentos para ansiedade”. Após essa recusa, o relacionamento esfriou e as comunicações e encontros diminuíram.
Payet também mencionou que Larissa ameaçou revelar seus “segredos” em mensagens enviadas em 29 de março, e ficou surpreso ao ver a história ser divulgada na mídia após a revelação da relação pela advogada.
“Não é verdade”
Larissa Ferrari, em resposta ao depoimento de Payet, afirmou que nunca solicitou ser “mantida” na França. Ela esclareceu: “Conversei com ele para entendermos como poderíamos lidar com sua partida, pois eu sempre me preocupei genuinamente com o nosso término”.
“Não foi como ele disse, como se eu quisesse que ele me sustentasse em outro país. Isso não é verdade”, garantiu a advogada.
Negação de agressões
No depoimento, Dimitri Payet negou ter agido de forma violenta ou degradante com Larissa Ferrari. Ele afirmou que as práticas sadomasoquistas que ocorreram entre eles eram consensuais.
O atleta revelou um fetiche relacionado a ter relações com Larissa vestida de noiva, questionando se ela ainda possuía o vestido de casamento. Em resposta, a advogada teria solicitado para ser “urinada” por ele.
Payet disse que essa prática foi realizada “várias vezes” e que, em janeiro de 2025, Larissa enviou a ele um “vídeo em que, espontaneamente, consumia sua própria urina e colocava a cabeça no vaso sanitário”. Ele afirmou ainda que a prática de beber urina era “comum entre o casal”.
Sobre as alegações de agressões, Dimitri Payet esclareceu que, durante a “prática sexual, Larissa pedia que ele desferisse tapas em suas nádegas, o que deixava marcas”. Ele atribuiu as marcas em suas pernas aos “locais onde aconteciam as relações, como cadeiras”, afirmando que a pele clara de Larissa fazia com que até uma leve pressão deixasse marcas. Payet assegurou que nunca agrediu a ex-amante.
Fonte: Coluna Fábia Oliveira – Metrópoles

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